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Pesquisa
Da proteína ao bioma: a pesquisa do IB se organiza em biotecnologia e em meio ambiente e biodiversidade.
Duas grandes áreas
O IB coordena um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia e participa de outros dois.
Biotecnologia
Biologia molecular, genética, microbiologia, proteômica, sequenciamento genético e tecnologias biomédicas.
Meio ambiente e biodiversidade
Cerrado, Amazônia e outros biomas: conservação, ecologia de ecossistemas e mudanças climáticas.
Marcos da pesquisa no IB
Da biologia molecular ao diagnóstico de doenças. Fonte: livro Fragmentos de Memórias (2013).
1972
Biologia molecular pioneira
Primeiro mestrado do IB e um dos primeiros grupos de biologia molecular do país.
1975
Hormônio de crescimento
Purificação de hormônio de crescimento humano, distribuído pela Central de Medicamentos até 1982.
1985
Primeira proteína sequenciada
O inibidor de tripsina do feijão-de-corda foi a primeira proteína com sequência completa determinada no Brasil.
1980–90
Insulina recombinante
Produção de insulina humana por engenharia genética com a Biobrás, com patente internacional.
1997
Nanobiotecnologia
Primeiros testes biológicos com nanopartículas magnéticas; em 2005 nasce o Centro de Nanociência.
2000
Genomas
Participação no primeiro consórcio genoma do Brasil e, de 2001 a 2005, na Rede Genoma Centro-Oeste.
2009
Diagnóstico de leucemia
Unidade de diagnóstico molecular de leucemia infantil no Hospital de Apoio de Brasília.
O Cerrado no mapa da ciência
Botânica, Ecologia, Zoologia e Fitopatologia publicaram centenas de artigos que colocaram o Cerrado no mapa do conhecimento.
| 1972 | George Eiten publica The cerrado vegetation of Brazil, síntese que é referência até hoje. |
|---|---|
| 1976 | Começa o Mestrado em Ecologia, um dos primeiros do Brasil. |
| 2002 | The Cerrados of Brazil, primeira obra em inglês sobre um ecossistema tropical escrita sobretudo por pesquisadores da região. |
| 2009 | Rede ComCerrado, de conservação e uso sustentável, com núcleo na UnB. |
Destaques: ecologia do fogo, ciclos de carbono e nitrogênio, plantas que acumulam alumínio, mais de 120 espécies novas de fungos e o banco mundial de dados sobre cupins.
Coleções científicas
Acervos usados por pesquisadores do Brasil e do exterior. Números de 2013, do livro dos 50 anos.
Desde 1963
Herbário UB
Cerca de 230 mil exsicatas e 1.400 tipos, a maior coleção de plantas do Centro-Oeste.
Zoologia
Coleção Herpetológica
Cerca de 70 mil répteis e anfíbios, a maior do Centro-Oeste e uma das maiores do Cerrado.
Zoologia
Coleção Entomológica
Mais de 110 mil insetos em cerca de 800 gavetas; a de cupins é a segunda da América Latina.
Fitopatologia
Coleção Micológica
Cerca de 23 mil espécimes de fungos associados a plantas do Cerrado.
Zoologia
Mamíferos e aves
Cerca de 5 mil mamíferos e 2 mil aves; a de aves leva o nome do ornitólogo Marcelo Bagno.
Zoologia
Coleção de Aracnídeos
Cerca de 7 mil lotes e mil espécies de aranhas; de 35% a 40% das aranhas do Cerrado podem ainda não ter nome.
Fogo, carbono e o Cerrado no clima do planeta
O grupo de Biogeoquímica de Ecossistemas Tropicais, liderado pela professora Mercedes Bustamante, estuda como as mudanças no uso da terra alteram o funcionamento do Cerrado e da Amazônia: ciclos de carbono e nitrogênio, papel do fogo e emissões de gases de efeito estufa.
Os resultados, publicados em revistas como Science e Nature, ajudaram a entender o papel das savanas no clima do planeta e apoiam políticas públicas para a região. Parte do trabalho foi feita no Programa LBA, com forte colaboração internacional.
Estrutura de apoio
Biotério
Animais de laboratório.
Herbário UB
Coleção botânica de referência.
Estação Experimental
Área na L4 Norte para práticas de campo.
Centro de Primatologia
Conservação e estudo de primatas.
Laboratório de Termobiologia
Germinação de espécies nativas e clima.
PETBio
Programa de Educação Tutorial de Ciências Biológicas, desde 1985.
